Delegada Ana Luiza Nogueira assume coordenação regional do Nordeste no combate à violência contra as mulheres, integrando protocolos, mapeamento e capacitações por dois anos

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Mandato de dois anos para mapear necessidades, uniformizar procedimentos e fortalecer o combate à violência contra as mulheres em toda a região Nordeste

A delegada Ana Luiza Nogueira, coordenadora das Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher em Alagoas, foi eleita para presidir a Câmara Técnica de Operações Integradas, e assumirá a representação da região Nordeste.

A atuação pretende articular instituições, promover capacitações e apoiar a formulação de políticas públicas, com foco em operações integradas e atendimento mais eficiente às mulheres em situação de violência.

O trabalho inclui mapeamento de necessidades, proposição de protocolos e encontros periódicos em Brasília, com coordenação do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

conforme informação divulgada pela Ascom PCAL, Imprensa – Governo de Alagoas.

Escolha e papel regional

A eleição ocorreu durante o I Encontro Nacional de Coordenadores das Operações Integradas de Combate à Violência contra Pessoas Vulnerabilizadas, realizado em Brasília, e apontou a delegada como representante titular dos nove estados nordestinos.

Com a escolha, a presença da Polícia Civil de Alagoas é ampliada em iniciativas nacionais, fortalecendo a integração entre entes federados e a definição de protocolos operacionais voltados ao combate à violência contra as mulheres.

Mandato, atribuições e prioridades

O mandato tem duração de dois anos e inclui o mapeamento de necessidades estaduais, a identificação de tendências regionais e a proposição de ajustes operacionais.

Entre as prioridades figuram a uniformização de procedimentos, o aperfeiçoamento de fluxos de atendimento e a promoção de capacitações que considerem as especificidades locais de cada estado do Nordeste.

Articulação com o governo federal e operação

As atividades serão conduzidas em encontros periódicos em Brasília, sob coordenação do Ministério da Justiça e Segurança Pública, além de reuniões regionais ao longo do mandato.

A coordenação regional pretende identificar tendências e propor soluções práticas para facilitar operações integradas, garantindo maior eficácia no atendimento às mulheres em situação de violência.

Compromisso público e dados locais

A delegada afirmou, “Atuarei com comprometimento para representar os interesses dos estados nordestinos, respeitando suas especificidades e fortalecendo as ações de segurança pública voltadas à proteção das mulheres”, afirmou.

O reforço da integração busca também responder a demandas locais, considerando dados recentes, por exemplo, o registro de atendimento a vítimas em serviços de saúde e socorro. Entre as informações citadas na cobertura local está que, Samu de Alagoas registra média de 20 atendimentos mensais por violência contra mulheres em 2025, 215 casos até novembro, o que evidencia a necessidade de ações coordenadas.

Com a nova função, a expectativa é ampliar ações preventivas e operacionais no combate à violência contra as mulheres, integrando unidades policiais, órgãos de assistência e instâncias federais para reduzir a violência de gênero na região.

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