Voluntários percorreram os corredores do HGE entoando músicas sacras e levando alento aos pacientes Beatriz Castro / Ascom HGE

Projeto HGE Musical leva músicas sacras aos pacientes internados

O projeto HGE Musical é mais uma estratégia do maior hospital público do Estado para humanizar a assistência, e essa semana teve mais uma edição. Desta vez, pacientes e acompanhantes foram presenteados com músicas sacras, que representam as canções eruditas, próprias da tradição judaico-cristã.

O uso do termo sacra foi registrado pela primeira vez na Era Medieval, conforme destacam os historiadores. Estudiosos sobre História da Música afirmam que o canto gregoriano, gênero musical de cunho vocal, composto por uma única melodia, é a expressão mais antiga que se tem desta vertente musical.

“Nós trouxemos para o HGE esse momento através do Projeto HGE Musical, pois sabemos o poder que a música tem para nos fazer refletir e minimizar as angústias que normalmente acontecem durante o processo de hospitalização”, explicou Luiza Freitas, coordenadora do Serviço Social do HGE.

Segundo ela, os pacientes e acompanhantes aprovaram a iniciativa. Isso porque, conforme a assistente social do HGE, a música relaxa o ambiente hospitalar, leva paz às mentes e corações entristecidos pelas enfermidades e, também, possibilita momentos de descontração e desconexão com os processos terapêuticos.

“Muitos tratamentos são dolorosos, por mais que existam analgésicos, além de serem extremamente longos, como ocorre com os pacientes do Serviço de Ortopedia e do Centro de Tratamento de Queimados. Em muitos casos, eles chegam a ficar internados por vários meses e o Projeto HGE Musical é um alento nos momentos de solidão e de dias a fio confinados em um ambiente hospitalar, ainda que as equipes multidisciplinares atuem para minimizar esses efeitos traumáticos”, salientou Luiza Freitas.

Constatação 

A doméstica Antonieta Mendonça, de 48 anos, filmou as apresentações para guardar de recordação após a alta de sua tia, que estava internada. “Achei tão lindo! A música sacra penetra em nossas mentes e nos enche de calma e paz, proporcionando força e esperança para vencermos o momento de internação da minha tia”, ressaltou.

About Marcelo Barros, com informações do Governo do Estado de Alagoas

Jornalista (MTB 38082/RJ). Graduado em Sistemas de Informação pela Estácio de Sá (2009). Pós-graduado em Assessoria de Comunicação (UNIALPHAVILLE), MBA em Jornalismo Digital (UNIALPHAVILLE), Administração de Banco de Dados (UNESA), pós-graduado em Gestão da Tecnologia da Informação e Comunicação (UCAM) e MBA em Gestão de Projetos e Processos (UCAM). Atualmente é o vice-presidente do Instituto de Defesa Cibernética (www.idciber.org), editor-chefe do Defesa em Foco (www.defesaemfoco.com.br), revista eletrônica especializado em Defesa e Segurança, co-fundador do portal DCiber.org (www.dciber.org), especializado em Defesa Cibernética. Participo também como pesquisador voluntário no Laboratório de Simulações e Cenários (LSC) da Escola de Guerra Naval (EGN) nos subgrupos de Cibersegurança, Internet das Coisas e Inteligência Artificial. Especializações em Inteligência e Contrainteligência na ABEIC, Ciclo de Estudos Estratégicos de Defesa na ESG, Curso Avançado em Jogos de Guerra, Curso de Extensão em Defesa Nacional na ESD, entre outros. Atuo também como responsável da parte da tecnologia da informação do Projeto Radar (www.projetoradar.com.br), do Grupo Economia do Mar (www.grupoeconomiadomar.com.br) e Observatório de Políticas do Mar (www.observatoriopoliticasmar.com.br) ; e sócio da Editora Alpheratz (www.alpheratz.com.br).

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