Programa estadual participa da Fenearte em Olinda reunindo artesãos, cooperativas e grupos produtivos, com mais de 15 produções e expectativa de crescimento de aproximadamente 10%
O programa Alagoas Feita à Mão volta a marcar presença na Fenearte, a Feira Nacional de Negócios do Artesanato, que será realizada em Olinda entre 8 e 19 de julho.
A iniciativa do Governo de Alagoas, por meio da Secretaria de Estado de Relações Federativas e Internacionais, tem o objetivo de fortalecer a economia criativa, gerar renda e valorizar técnicas tradicionais do estado.
Artesãos individuais, grupos produtivos e cooperativas vão expor peças que representam saberes regionais, com metas de vendas e encomendas superiores às do ano anterior, conforme informação divulgada pela Gazeta Nordestina.
Expectativa de vendas e participação
A organização estima um crescimento de vendas, de cerca de aproximadamente 10%, em relação à edição passada, e planeja superar os números anteriores.
Também está confirmado que mais de 15 produções artesanais de Alagoas estarão presentes, ampliando a visibilidade do estado na principal feira de artesanato da região.
A voz dos organizadores e o trabalho dos artesãos
A Secretária executiva de Novos Negócios da Serfi, Júlia Caroá, destacou o empenho dos participantes, e afirmou, na divulgação, “Os aprovados estão extremamente ansiosos e preparados”.
A declaração reforça a preparação dos expositores, que trabalharam ao longo do ano para aperfeiçoar peças e coleções voltadas ao público da Fenearte.
Apoio institucional e preservação das técnicas
Anne Ferreira, gerente de Design e Artesanato do Alagoas Feita à Mão, ressaltou a parceria com o Programa do Artesanato Brasileiro, PAB, como um apoio importante para a circulação das manifestações artesanais alagoanas.
O trabalho conjunto com órgãos estaduais e nacionais busca não só ampliar vendas, como também garantir a valorização e a transmissão de técnicas tradicionais.
Impacto econômico e cultural
A presença em feiras como a Fenearte é vista como oportunidade para gerar encomendas, estabelecer redes de contato e ampliar canais de comercialização, com efeito direto na renda das comunidades artesanais.
Com apoio do Governo do Estado, a estratégia combina promoção comercial e salvaguarda cultural, visando resultados concretos para produtores e para a manutenção de expressões populares.




