Semana Mundial da Alergia 2026: alerta sobre prevenção, diagnóstico e controle da rinite, asma, dermatite atópica e alergias alimentares em todas as idades, com dados da WAO, OMS e Asbai

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Campanha ‘Cuidado com a Alergia é Cuidado Essencial’ lembra que 30% da população global tem alergia e que diagnóstico precoce e tratamento familiar são prioridades

A Semana Mundial da Alergia, realizada de 21 a 27 de abril, acende um alerta para o aumento das doenças alérgicas e a necessidade de ações de prevenção e diagnóstico no Brasil e no mundo.

As alergias são respostas exageradas do sistema imunológico a estímulos comuns, causam inflamação e compromissos no sono, na produtividade e na qualidade de vida, e exigem atenção médica especializada.

As informações utilizadas nesta matéria foram divulgadas pela Gazeta Nordestina, com dados de organizações internacionais e da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia, conforme informação divulgada pela Gazeta Nordestina.

Incidência global e tendências futuras

Segundo a Organização Mundial de Alergia, 30% da população global sofre com alguma forma de alergia, e a previsão da Organização Mundial da Saúde, de que metade da população mundial poderá ter alergias até 2050, aponta para um cenário de crescimento associado a fatores ambientais, como as mudanças climáticas.

Organizada no Brasil pela Associação Brasileira de Alergia e Imunologia, a campanha com o tema Cuidado com a Alergia é Cuidado Essencial busca conscientizar sobre prevenção, diagnóstico e tratamento das alergias em todas as idades.

Rinite e asma, as mais prevalentes no Brasil

A rinite alérgica é uma das condições mais comuns no país, afetando cerca de 30% dos brasileiros, incluindo 26% das crianças e 30% dos adolescentes, com sintomas como coceira nasal, espirros e coriza que podem ser confundidos com resfriados.

A asma alérgica atinge aproximadamente 20% da população, e seus sintomas, como falta de ar e tosse, podem evoluir para crises graves sem tratamento adequado, especialmente no inverno, quando doenças respiratórias tendem a se agravar.

Dermatite atópica, alergias alimentares e impacto psicossocial

A dermatite atópica afeta cerca de 20% das crianças e 3% dos adultos, e a coceira intensa e as lesões cutâneas podem levar a quadros de ansiedade e depressão. Outras condições, como alergias alimentares e urticárias, também têm impacto severo na rotina e na segurança dos pacientes.

Por isso, o cuidado deve envolver toda a família, já que pais e outros conviventes podem apresentar rinite ou asma, e o manejo ambiental, como controle de poeira e ácaros, é fundamental para reduzir exposições.

Diagnóstico, tratamento e recomendações práticas

O diagnóstico preciso é o primeiro passo para o controle. Testes alérgicos cutâneos ou exames de sangue ajudam a identificar alérgenos, permitindo a prevenção de novos sintomas e o planejamento de tratamento individualizado.

Especialistas recomendam procurar alergista ou imunologista para definir o melhor tratamento, que pode incluir medidas de controle ambiental, medicamentos e, quando indicado, imunoterapia. Embora muitas alergias não tenham cura, o controle eficaz possibilita uma vida sem sintomas e melhora da qualidade de vida.

Com a demanda crescente, a informação e o acompanhamento médico são ferramentas essenciais para reduzir o impacto social e de saúde das alergias, garantindo que crianças e adultos possam conviver com segurança e bem-estar.

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